| Boas novas da semana |
08-05-2004
Não estamos sós. Na realidade não temos muita escolha naquilo que a vida nos apresenta. As coisas simplesmente acontecem. Ao invés de acusarmos, reclamarmos ou nos sentirmos tristes por nós mesmos, podemos desfrutar a viagem não importa como ela seja. Às vezes ela é alegre, outras vezes é dolorosa, mas raramente é enfadonha. A solidão nos torna vulneráveis e nos leva a relacionamentos egoístas e distorcidos. Quando estamos sós, nos sentimos excluídos. Não recebemos cuidado nem carinho. Quando estamos sós, precisamos de um amigo. Jesus sabia o que era solidão. Enquanto lutava em oração no Getsêmani, seus discípulos dormiam. Com tristeza, Ele perguntou: "Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora?" (Mateus 26:40). Jesus sabe tudo a respeito das nossas fraquezas e o que significa ser humano, pois Ele "passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado" (Hebreus 4:15). Então, o que devemos fazer quando estamos nos sentindo sós, desamparados? Procurar Jesus e construir com Ele uma relação de confiança e amor. Ele nos entende e promete nunca nos deixar sozinhos. Devemos também buscar amizades duráveis e sinceras, pois há "amigos" que apenas nos causam mais solidão. Há aqui um panorama muito escuro e trágico. Estamos sós neste mundo, sem nada e sem ninguém em que possamos confiar, em que venha a nos ajudar? Existe uma esperança, há alguém que quer oferecer-se a nós, oferecer sua amizade sincera, desinteressada, fiel. Esta pessoa é Jesus Cristo. Ele quer ser nosso amigo, meu amigo, seu amigo. Jesus Cristo está aqui, está a porta e lhe chama: "se hoje ouvirdes a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei contigo" (Apoc 3:30). Jesus quer ser teu amigo e conselheiro, e você não está só. Neste mesmo instante Ele está a porta, na porta de seu coração esperando que você o deixe entrar. "Estar a sós" e "sentir-se só" são expressões diferentes. Ficarmos algum tempo a sós, é importante e necessário para que possamos refletir e descansar das pressões da vida, porque é uma oportunidade de construir relacionamentos connosco mesmo. Compreendemos que a solidão não é o objecto de Deus para nós. Deus fez com que o solitário viva em família, em comunidade, em sociedade. A vida é uma solidão? Claro que não, porque no final de todas as coisas você compreenderá que a solidão é uma estratégia da própria vida para que possamos ter comunhão mais íntima, sólida e profunda com Deus e amor ao próximo como a nós mesmos. |
24-04-2004
Benção de não possuir nada. Parece que há no interior de cada um de nós um inimigo que toleramos e que nos faz correr perigo. Sua principal característica é o sentimento de posse: as palavras ganho e lucro sugerem essa ideia. Permitir que esse inimigo viva em nós, leva-nos a perder tudo. Mas repudiá-lo e desistir das coisas, por amor a Cristo, não é perda, mas antes uma preservação de tudo para a vida eterna. Em sua caminhada para um conhecimento mais profundo de Deus, o homem atravessa os vales solitários da pobreza de espírito e da renúncia a todas as coisas. Os que alcançam a benção de possuir o reino são aqueles que rejeitaram todas as coisas materiais, desarraigando do coração todo o sentimento de posse. São os humildes de Espírito. Os pobres bem-aventurados são aqueles que já não são mais escravos das coisas, pois quebraram o jugo do opressor, e o conseguiram, não lutando, mas entregando tudo ao Senhor. Embora libertos do sentimento de posse, contudo, possuem tudo: Deles é o reino dos céus. |
11-04-2004
Desamparado! "Deus meu! Deus meu! Por que me abandonaste?" Se alguém foi abandonado até por Deus, o abandono é completo, a solidão é total. Às três horas da tarde, daquela sexta-feira inesquecível, o sofrimento de Jesus chegou ao máximo. A dor física não tinha comparação com a desolação espiritual. O Filho obediente, que vivia em comunhão com o Pai, foi desamparado. A pergunta dele também é nossa pergunta: "Porquê?" Porque, naquele momento, Ele tomou sobre si as nossas iniqüidades? Porque "o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele" (Isaías 53:5). O apóstolo Paulo esclarece mais ainda o que aconteceu na cruz: "Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus" (II Coríntios 5:21). Cristo identificou-se com nossos pecados de tal maneira que Deus não podia olhar para Ele! O peso foi tão grande que Ele logo se entregou à morte, morte de cruz. Marcos registra o primeiro e imediato acontecimento após a morte: "E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo" (Marcos 15:38). No Tabernáculo, e mais tarde no Templo, o véu separava e guardava o Santo dos Santos. Somente o sumo sacerdote tinha acesso, uma vez por ano, à presença de Deus. A morte de Cristo proporcionou livre passagem a todos, em todo tempo. Cristo abriu o caminho. Jesus chamou seu Pai de Deus, para que nós pudéssemos chamar Deus de Pai.". Senhor Jesus, Tu és o nosso grande Sumo Sacerdote. Pelo teu sangue temos ousadia para estar na presença do Deus Santo, com nossos louvores e petições. Somos-te gratos por este privilégio. Amém. Fonte: Cada Dia |
16-03-2004
Não andeis ansiosos! O problema mais sério de saúde do homem dos nossos dias não é a Sida, nem o Câncer, nem doenças deste tipo. É o stress, o esgotamento mental, psíquico e emocional, que o leva à ruptura da personalidade. As pessoas procuram cada vez mais a meditação transcendental, o yoga, o poder da mente, etc, como forma de se libertarem da tensão, do nervosismo, do stress, enfim, das suas sobre-cargas diárias. Existe uma série de factores já identificados que produzem tensão na vida humana, o trabalho excessivo, a exigência de perfeição no que se faz, os conflitos no trabalho e no lar, a pressão financeira, as críticas que se recebem, etc. Muita coisa se junta para produzir uma atmosfera de tensão na vida, levando as pessoas a situações muitas vezes extremamente danosas. Em Mateus 6:25-34 Jesus nos lembra coisas importantes, que pertencem à doutrina da providência: 1º Devemos ter consciência da nossa limitação. Por mais que fizermos, não poderemos fazer tudo, porque somos limitados. 2º Precisamos crer mais em Deus, em que Ele é realmente o Deus do Salmo 121, que não dormita, nem dorme. Ele está activo, sempre para o nosso bem. 3º Precisamos confiar mais. Confiar significa entregar, como bem coloca o Salmo 37:5. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará, deixando a Deus resolver os problemas que nos fogem às possibilidades. É preciso, pois, lutar contra esta ansiedade secular, de modo a evitar as suas terríveis consequências. A doutrina da providência é um excelente antídoto contra ele. Use-a e relaxe! Que o Senhor nos abençoe! |
29-02-2004
Afinal estamos no fim. Os sinais nos mostram e o que temos para apresentar quando Ele nos questionar acerca do que fizemos. Como serão as nossas respostas? Somos ou não a igreja de Deus e que estamos fazendo? Uma vez Martin Luther King disse na América: "Eu tenho um sonho!" E eu também tenho um sonho. O meu sonho é ver todos rendidos ao poder do Espírito Santo e ver as igrejas cheias. Para mais tarde encontrar a todos no céu cantando com os anjos de Deus: "Santo é o Senhor!". |