É NATAL
A IDENTIDADE DE JESUS
Sabemos realmente quem é Jesus? Jesus não foi apenas o "doce menino" na manjedoura, como se costuma cantar no Natal, pois Suas "origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade" (Miq 5:1). Ele "...vem das alturas... Quem veio de céu está acima de todos" (João 3:31). E o testemunho que Ele dá a Seu próprio respeito é: "...glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo" (João 17:5).
A Bíblia diz dEle em Colossenses 1:15-17: "Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele." Portanto, Jesus foi criador do universo juntamente com Seu Pai celestial. "Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou" (João 1:18).

Isso explica a unidade entre Jesus e Deus e a segurança em Deus que Jesus tinha. Jesus nasceu como homem por amor a nós, para que Deus se tornasse acessível aos homens: "E quem me vê a mim vê aquele que me enviou" (João 12:45). Ele veio para nos salvar e nos livrar do mal. Não podemos olhar para a manjedoura sem dirigir nossos olhos também para a cruz do Calvário, onde Ele entregou Sua vida por nós. Jesus é mais forte que a morte, pois ressuscitou dos mortos, vive e está assentado no trono à destra de Deus como "Rei dos reis e Senhor dos senhores" (Apoc 19:16). Manjedoura, cruz e coroa são inseparáveis! Ele diz: "Eu sou o Alfa e o ‘mega, o Primeiro e o último, o Princípio e o Fim" (Apoc 22:13).

A volta de Jesus é iminente – primeiro para arrebatar os Seus e depois em grande poder e glória para estabelecer Seu reino de paz em Israel: "Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés" (I Cor 15:25). Ninguém consegue descrever, nem mesmo aproximadamente, a identidade e a glória de Jesus, seja em prosa ou em verso, em pinturas ou desenhos. É impossível descrever coisas celestiais com meios humanos.

Hebreus 1:3 apresenta Jesus como sendo o resplendor de Deus: "Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exacta do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas."

Os magos do Oriente devem ter percebido alguma coisa da majestade e da glória de Jesus quando O adoraram. Quanto mais motivos temos nós, que fomos reconciliados com Deus pelo Seu precioso sangue, de louvá-lO e adorá-lO! (fonte: Burkhard Vetsch - ajesus.br)

voltar home