| É NATAL | |
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O FILHO DE DEUS TORNA-SE FILHO DO HOMEM Agora o Filho de Deus estava deitado em uma manjedoura, em que se dá alimentos aos animais: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós..." (João 1:14). Cumprida estava a profecia: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Is 9:6). Essas não são apenas expressões insuperáveis, pois elas também caracterizam Seu verdadeiro Ser e Seu carácter divino. |
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Foi dessa maneira que Jesus, cujo nascimento comemoramos (apesar de sabermos
que ele não ocorreu no dia 25 de Dezembro), começou Sua
carreira terrena: "Veio para o que era seu, e os seus não
o receberam" (João 1:11). Sem lugar na hospedaria! Sem lugar
no que era Seu! A maioria das pessoas não reconheceu Sua origem
divina, nem Sua glória e que Ele era o Messias.
No final da Sua jornada terrena, chegaram a gritar: "Crucifica-O!" "Não queremos que este reine sobre nós." "Fora com este!" (Mar 15:13; Luc 19:14; 23:18). Mas mesmo assim a Escritura tinha de se cumprir, como previu Isaías: "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores, que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso" (Isa 53:3). Ficamos com muita pena do casal na estrebaria em Belém? Espero que sim! Mas isso não pode ser tudo! Quem olha para o acontecimento na estrebaria de Belém apenas com compaixão, da perspectiva humana, não capta nada da história do Natal e não tira proveito dela. A dimensão divina, porém, é bem diferente: o Filho amado e unigênito de Deus, que também era "filho de Davi", em quem Deus se comprazia, estava predestinado desde a eternidade a trazer a salvação para os homens. Somente por esse caminho, através de Jesus, podemos ser libertos das amarras do pecado. Única e exclusivamente o Filho amado de Deus, que teve de morrer como malfeitor no meio de malfeitores, sobre o maldito madeiro do Calvário, é que conseguiu realizar a expiação pelos nossos pecados, derramando Seu sangue. Quem crê nisso e, pela fé, toma posse dessas verdades, pode cantar alegre e grato: "Tempo santo de Natal! É nascido o Cristo, o Salvador!" (fonte: Burkhard Vetsch - ajesus.br) |
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